22 de jul. de 2020

O uso das pedras e cristais por civilizações antigas


Os cristais e as pedras têm sido utilizados há milhares de anos por possuírem poderes de cura, e muitas culturas antigas acreditavam nisso como sendo algo normal, um fato natural da vida. Atualmente, sabemos que todas as coisas no universo são formas de energia com a sua própria vibração – incluindo os cristais. Nikola Tesla declarou este conceito como a chave para a compreensão do universo e provou como certas formas de energia podem alterar a ressonância vibracional de outras formas de energia. É por esse conceito que os cristais e as pedras são usadas ainda hoje para alinhar, curar e alterar a vibração das células corporais, dos chakras e dos corpos sutis em terapias alternativas.

Cultura Romana:
Talismãs e amuletos de cristal eram típicos entre os romanos. Na maioria das vezes, eles eram considerados úteis na melhoria da saúde, atraindo coisas desejáveis e para fornecer proteção em batalhas.

Antigos Egípcios:
Um dos maiores defensores históricos de cristais de cura, os egípcios enterravam seus mortos com quartzo sobre a testa. Eles acreditavam que isso ajudava a orientar a pessoa de forma segura para a vida futura. Os faraós carregavam cilindros cheios de quartzo para equilibrar as energias do corpo. Fortemente associado à Deusa Isis, a pedra Lapis Lazuli foi muito usada por senhoras da realeza – como a Cleópatra – sobre os olhos, para promover a iluminação e a consciência. Dançarinos vestiam rubis em seus umbigos para promover a energia sexual. Muitos usavam cristais sobre o coração para atrair o amor e possuíam uma coroa repleta de cristais para estimular a iluminação e o despertar do terceiro olho.

Cultura Chinesa:
A medicina chinesa geralmente incorpora o uso de cristais – incluindo agulhas com a ponta de cristal, utilizados na acupuntura e outras sessões de cura. Estas tradições vêm de quase 5.000 anos de prática.

Tradições Indianas:

A medicina ayurvedica na Índia considera o cristal valioso para a metafísica e a cura de desequilíbrios emocionais. O uso de cristais de cura está documentado nas páginas do Vedas, que também faz referência à habilidades específicas de cada pedra. Como por exemplo a Safira, utilizada para trazer astúcia, clareza e equilíbrio mental; e o Jasper, usado para trazer harmonia, vitalidade sexual e equilíbrio no primeiro chackra.

Cultura Japonesa:

Utilizar os cristais e as pedras para a vidência é uma prática muito comum na cultura japonesa. Para os antigos japoneses, os cristais de quartzo são equivalentes ao coração de um dragão, e manifestam o seu poder e sabedoria.

O físico James Clerk Maxwell, que juntamente com os vários avanços na teoria quântica nos dão evidências que os antigos sempre souberam. De acordo com essas teorias tudo vibra em determinada frequência, e os cristais têm a capacidade de alterar as frequências de outros objetos ou corpos quando eles ocupam o mesmo espaço.

Dessa maneira, um cristal – que em suas próprias oscilações de frequência – vibra dentro de um campo de energia por meio da lei física de ressonância, criando um campo vibracional maior, afetando o sistema nervoso e transmitindo informações para o cérebro. Em essência, essas vibrações de ligação podem harmonizar e estimular mudanças bioquímicas que afetam a saúde física de uma forma positiva, promovendo a cura.


Por: Felipe Gomide

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