7 de out de 2019

Como posso saber o nome da “minha entidade”?



No dia a dia de terreiro vemos uma preocupação enorme dos médiuns novatos ao culto para descobrir o nome das entidades que lhe assistem. Essa preocupação se dá dentro do nosso entendimento justamente pelo fato de “ostentar” o nome “x” ou para saber se é “forte ou fraco” dentro de “mitos” criados dentro das religiões de cunho afro-brasileiras.

É importante lembrar que uma entidade/espírito séria, honesta, de luz ela nunca irá se mostrar como “tal”, pois ela a entidade sabe o que significa a palavra humildade. Essas coisas são “humanas”, criadas pelas mentes de ditos médiuns que acham que o trabalho dentro da umbanda necessita ter entidades com nomes “fortes, bonitos, míticas” entre outras.

Portanto irmão de fé, você que adentra as fileiras das umbandas e já quer saber o nome da “sua entidade” (como se fosse dela), procure desenvolver em ti os atributos que ela mesma “a entidade” (caso realmente exista uma entidade DE VERDADE) vem para te ensinar, tais como: paciência, tolerância, pureza de pensamentos e palavras, humildade e simplicidade. Espere seu tempo! E entenda que: QUANDO O DISCÍPULO ESTÁ PRONTO O MESTRE APARECE.

Observações: dentro das umbandas as entidades que baixam nos terreiros na sua grande maioria, não têm seus nomes revelados por completo! Elas usam os nomes afins a egregora que estão fixadas, firmadas e cruzadas. Então respeitando o culto ao qual baixam aceitam de bom grado o nome e repassam. Muitas dessas entidades por vezes são médicos, hindus, xamãs e dentro de uma questão de humildade se apresentam como caboclos, pais velhos através da roupagem fluídica. Porém não aceitam nomes ao qual coloque a sua moral em jogo! “Os ditos EXUS são os que mais sofrem com nomes ao quais os humanos” julgam como certo exemplo tem vários, por exemplo: EXU DO LIXO! EXU DO INFERNO! POMBA GIRA DA CALÇINHA VERMELHA! POMBA GIRA DA SANDÁLIA DE OURO e etc.

A nossa função é esclarecer aos irmãos, sabemos que muitos julgam certo certas situações, respeitamos a todos, mas...


Por: Pai Arathaman (TUCCC – PE)

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