16 de jul de 2019

O médium desistente...



É sensato o médium desistir de exercer a mediunidade por motivos materiais, alegando que ainda não conquistou a tão sonhada independência financeira?

RAMATÍS: - Tais médiuns demonstram que não estão cônscios de sua responsabilidade espiritual. Em verdade, eles nascem comprometidos para um serviço excepcional a favor do próximo, além de sua própria redenção e isso é escolha feita livremente antes deles ingressarem na carne. 
Imprudentemente, muitos esquecem esse compromisso severo e entregam-se a todos os caprichos e vícios próprios do homem comum. Embora possam ser portadores de mensagem incomum, vivem presos aos preconceitos e às convenções tolas da sociedade terrena, pois transitam pelo mundo material escravos das minúcias e das futilidades mais tolas. Esquecem a responsabilidade da faculdade mediúnica e vivem inconscientes do seu próprio destino espiritual elevado, inebriados pelo mundo de césar - dinheiro e prazeres. Em tais condições, negligenciam o seu labor mediúnico e desperdiçam tempo precioso entre companhias censuráveis e nos ambientes viciados. Quais antenas vivas, de maus fluidos, terminam saturados pelo desânimo, pessimismo e pela desconfiança, completamente derrotados diante das vicissitudes humanas.

Sem dúvida, a luta do médium para sobreviver no mundo físico é bem mais intensa e sacrificial do que a existência do homem comum, que apenas atende às contingências instintivas, que é fruto do cumprimento da lei do "crescei e multiplicai-vos". Aliás, quando o médium retoma ao Além, ele já se dá por muito satisfeito, caso tenha desempenhado um mínimo de dez por cento do programa a que se comprometeu e foi elaborado pelos seus mentores siderais.

Por: Ramatís/Hercílio Maes - Elucidações do Além.

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