15 de jan. de 2019

Obaluaê




Obaluayê quando era menino
Estava escrito em seu destino o que iria acontecer
Com seu corpo coberto de chagas
Sua mãe sempre chorava
Não sabia o que fazer
Num balaio lhe deixou à beira-mar
Pediu a Zambi sempre lhe proteger
Uma oração ela deixou a ele
Não queria ver ele sofrer

Chorava aquele menino
Chorava aquele menino
Iemanjá ouvindo aquele choro
Á beira-mar ela foi surgindo

Pegou Obaluayê em seus braços
Em alto mar com ela foi morar
Iemanjá tratou as suas chagas
Para o sofrimento dele acabar

Hoje ele é um Rei
Cura a peste a doença e o sofrimento
Atotô meu Pai vem me valer
Me banha com a pipoca olha venha me benzer

Sua mãe é Nanã Buruquê
Iemanjá foi quem lhe criou
Ele é Orixá da cura
Atotô Obaluae, meu pai atotô


Fonte: União da Luz

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