22 de nov de 2016

A propriedade e a Força do Trabalho na Umbanda!


Não basta termos posses e riquezas, precisamos modular a propriedade com a força do trabalho. Pode parecer até frase pronta do já extinto marxismo e das falsas promessas de igualdade filosófica do mundo.

Dominamos e somos dominados !!!

E se você pensa que com a morte este domínio se encerra ledo engano de sua ingênua concepção
de mundo. Estas influências continuam do outro lado. Li em um dos livros do Grande Inácio Ferreira (médico espírita já desencarnado em Uberaba - MG) e não me recordo o nome do livro agora, o cenário escabroso na invenção de drogas que serão inseridas na dimensão humana. Dentre estas desgraças o já tão conhecido “crack” e agora a pior de todas o “oxy”.

Nas narrativas do Dr. Inácio pudemos ver como irmãos em pleno estado de ignorância, ódio e apegos diversos, se organizam em dimensões paralelas com o claro intuito de se apoderar das mentes menos vigilantes. E como é dura a guerra e o dia a dia de todos aqueles que lutam para desarticular e vencer estes irmãos que ainda vibram nas energias deletérias de nosso planeta. Oxalá os nossos Pais Guias e os nossos Exus de Guerra para nos salvar a pele diuturnamente.

Nunca se viu tanta desorganização mental no mundo como se vê hoje em dia, pode ser efeito da internet ou da televisão, mas hoje podemos perceber com mais clareza a pobreza mental que os seres humanos se encontram. Hoje vejo o porque de velhos guerreiros se isolarem das mazelas do mundo, chega uma hora que a desesperança bate mais forte. E alguns já cansados das lutas baixam suas armas em prol de uma melhor passagem para as dimensões fronteiriças. Longe de nós julgá-los, pois é claro que tiveram suas decepções como nós também a temos.

Voltando ao cerne da questão, temos que nossa grande propriedade é hoje a Umbanda, a qual sobrevive neste meio insólito apenas por não ter uma liderança identificável. Pois se fosse o contrário já teríamos desaparecido da face terrestre ha muito, ou estaríamos vendendo ordens do que é certo e errado há muitos outros (apesar de que alguns adoram fazer este papel).

Nossa propriedade maior – a Umbanda – tem suas bases no trabalho, o qual muito das vezes é solitário e aguerrido, bem como firmado na experiência iniciática de cada um. Sejam sacerdotes, sacerdotisas, Pais e Mães de terreiro, esta lídima religião do Brasil sobrevive à socapa de acusações sem fim. Inclusive de forma muito caridosa leva a pecha injusta de ter atividades não cristãs. Apenas por que um seleto grupo de irmãos que vibram na ignorância, pois falam de amor e não o praticam, usam desta verborragia para sobreviver nesta “terra” que hoje aparentemente é de ninguém.

Nossa propriedade depende de nosso trabalho, de nossa responsabilidade e principalmente de nossa mudança de consciência. Até quando teremos que tratar tão mal esta propriedade que nos foi transferida de forma tão simples e verdadeira. E olhem só, muitos hoje não podem reclamar da responsabilidade, pois temos que em momento algum alguém foi obrigado pela espiritualidade a cumprir com esta missão. Mesmo os que estão envolvidos com a banda por questões cármicas, assumiram este compromisso mais por vergonha e culpa de suas destrambelhadas atitudes de outras vidas, do que por obrigatoriedade da lei. Reclamar faz parte, mas trabalhar em favor é mais do que obrigação.

Deixar este patrimônio inerte é o mesmo que deixar de comer para sobreviver, sendo que a escolha é de cada um e compromisso e zelo é da alçada dos escolhidos (não obrigados), pois se vence o mal apenas com o bem e mais nada.

Qual é o espaço que você quer ocupar quando esta propriedade imaterial que se manifesta na Umbanda, for meio de correção e ajuste, de você compromissado astralmente com a banda, principalmente quando estiver em outra dimensão frente a frente com sua consciência?

Pare de justificar, Deus sabe de suas vontades e de suas inverdades, deixa de ser preguiçoso e cuide deste bem maior. Melhor do que criticar e deixar de lado é ter um mínimo de compromisso subjetivo e coletivo.

Que o bom Deus tenha pena de nós.

Aratanan – Tenho visto muita gente sofrendo com mediunidade reprimida e mal tratada. 

Paciência.


Por: Aratanan