17 de mar de 2016

O futuro da mediunidade

Olá irmãos, como vão? Estão gostando de nossos textos sobre médiuns conscientes? Hoje falaremos sobre o futuro da mediunidade consciente.



Duas perguntas pertinentes:

Então é melhor ser médium consciente? Não necessariamente, pois ser médium inconsciente também tem suas vantagens e seus tipos de aprendizado.

Os médiuns inconscientes estão em extinção? De novo, não necessariamente. Já aprendemos que a inconsciência é situacional, então ora você está com a percepção elevada, ora não.

A última questão nos abre espaço para falar sobre o que está por vir em matéria de níveis de consciência na incorporação. Há uma centena de anos, quando a Umbanda estava surgindo e há várias centenas de anos, quando o Kardecismo tentava se firmar na Europa e no Brasil, havia a necessidade de reafirmar a fé, até pelo momento evolutivo das pessoas, que tinham a necessidade de tangibilizar as coisas para afirmá-las como reais. Por isso faziam-se muitas materializaçãos em centros espíritas, manifestações quase mágicas em roças de Candomblé nos cultos a Baba Egun, as curas milagrosas em terreiros de Umbanda, as visões dos Orixás por parte dos filhos e frequentadores e também a inconsciência geral dos médiuns, o transe profundo.

Mas hoje vivemos numa era de conhecimento na qual a quantidade de informação e conhecimento gerados pela humanidade dobra de tamanho a cada dois dias! Nosso conhecimento transcende o tangível, abstraímos tudo com maior faciildade, por isso essas manifestações mágicas e milagrosas tam diminuído consideravelmente na medida em que o alcance de nossas crenças tem aumentado.

O filho que entra num terreiro de Umbanda hoje deve estar lá para aprender o melhor caminho para a caridade, não para ver espetáculos ou perder o controle do corpo ou para sustentar conceitos há muito tempo ultrapassados.

Arender é o caminho, de preferência conscientemente.

Axé.


Por: Cláudio Corrêa