14 de out de 2014

Correspondências vibracionais das sete dimensões do Universo com os raios cósmicos ou orixás, os corpos sutis e os chacras. – II

PERGUNTA: Podeis dar-nos maiores detalhes sobre os motivos de a forma geométrica triângulo ser tão importante em vossos ensinamentos?

RAMATÍS: O que a maioria de vós nomeia como Deus, o Logos de vosso Sistema Solar, seja lá qual for a denominação filo-religiosa doutrinária dada pelos homens nas diversas línguas, é uma Trindade que se "expressa" por três aspectos primordiais.

São muitas as designações na Terra para uma mesma verdade cósmica, pois a compreensão humana encontra-se fragmentada como um alce assustado no meio da floresta incendiada, ao contrário de habitantes de outros orbes do Universo, que, quais pássaros, pairam calmamente acima da mata enxergando toda a sua plenitude. Há Ahura-Mazda,
Mithra e Ahriman, do mazdeísmo; Kether, Binah e Chokma, da cabala judaica; Taulac, Fan e Mollac, entre os druidas; Amittabha, Avalokiteshvara e Manjushri, no budismo; Anu, Ea e Bel, entre os fenícios e assírios; Odin, Freya e Thor, na mitologia escandinava; ou Osíris, Ísis e Hórus, entre os egípcios, todos conhecidos no Ocidente como Pai, Mãe e Filho, que simbolizam geração e interação. No hinduísmo (Brahma, Vishnu e Shiva), existe a trindade sem o elemento feminino, sendo reconhecido que em cada um dos aspectos divinos masculinos há uma consorte (poder) que rege o elemento materno.

É óbvio que a dualidade masculino e feminino, positivo e negativo, espermatozóide e óvulo, é a manifestação do poder divino na matéria, ou microcosmo; referências algo inferiores, mas não menos dignas, que deveis conceber quando mencionardes a própria Trindade, uma vez que não conseguireis compreendê-la nos planos inefáveis e superiores, onde o Um é todos, e todos são Um. Nessas paragens dimensionais, as individualidades não estão fragmentadas nas personalidades transitórias, que vos levam a perceber em hipnose coletiva as coisas do macrocosmo desfragmentadas do Todo, o que vos ilude.


Por: Ramatís/Norberto Peixoto - Do livro: “A Missão Da Umbanda” – Editora do Conhecimento.