5 de jul de 2013

Enfim… esperança de melhoras e tomada de consciência

corrente mediúnica, umbanda, giraUfa… Trabalhando, escrevendo, organizando, respirando, prevendo, preparando e ainda encontrando pérolas, novas oportunidades e mais pontuais respostas.


Assim estão sendo meus dias. Dias abençoados, com certeza.


E envolvida por este movimento todo folheei o JUCA, nosso jornal de umbanda, de 2006 – edição de novembro, número 04 (creio que poucos ainda o tenham) e, em meio às minhas organizações, preparações, trabalhos e momento…. encontrei um texto que cai perfeitamente nesse dia de hoje e em muitos outros dias e dias.


Compartilho com muita esperança de melhoras e tomada de consciência.




Observamos alguns irmãos umbandistas arrastarem móveis, a fim de obter espaço para improvisar congas em suas residências. Logo estão a dar consultas e todo tipo de atendimento em suas moradas. Qual vossa opinião sobre as atividades de caridade realizadas em ambiente doméstico?


RAMATÍS: – Infelizmente, esta situação é corriqueira. É generalizado o desconhecimento dos fundamentos mínimos da consagração vibratória de um templo de umbanda. Os trabalhos realizados durante uma sessão de caridade (consulta, desobsessão, desintegração de formas de pensamento, morbos psíquicos e larvas astrais), aliado ao desmanche de magia negra e de outras ferramentas de ataques psíquicos espirituais, necessitam de campos de força adequados para proteção, como forma de dissolver todos os restos fluídicos que ficam pairando no local, no éter circunscrito à crosta terrestre. É como se uma casa de umbanda fosse uma enorme usina de reciclagem de lixo astral. Atividades sem nenhuma fundamentação defensiva no campo da alta magia, não amparadas pela corrente mediúnica e os devidos condensadores energéticos, tendem a se tornar objetos de assédios das regiões trevosas.


Os trabalhos de caridade em vossas residências impregnam negativamente o ambiente doméstico. Há uma diferença enorme da benzedeira, que é toda amor e hora ardente no cantinho de sua choupana, com fé desinteressada, e os médiuns vaidosos que trabalham em casa com seus guias “poderosos”, que tudo fazem por meia dúzia de moedas. Os que persistem em sua arrogância, a ponto de prescindir de um agrupamento e de um templo ionizado positivamente para a descarga fluídica de uma sessão de caridade, acabam tornando-se instrumentos das sombras, muitas vezes à custa da desunião familiar de doenças e ferrenhas obsessões.


Retirado do livro VOZES DE ARUANDA ditado por Ramatis através de Norberto Peixoto



Bom, como sempre falo, abrir um Terreiro, não é só incorporar e por tudo na mão do Guia Espiritual. Existem obrigações, assentamentos, firmezas e fundamentos que devem ser preparados e zelados pelo médium especificamente e não pelo Guia.


Entendo o terreiro como um local identificado por todo o plano espiritual (níveis superiores e inferiores) como um centro de encontros, trocas, acertos, cargas, recargas, cura, permanência, passagem e encaminhamento. Um local que funciona continuamente como um “Centro de Reabilitação” e que, ao mesmo tempo, encontram-se o delegado e seus policiais; o juiz e seus promotores; o médico e sua equipe; o professor e seus estudantes tratando, resolvendo e guiando espíritos 24 horas por dia, todos os dias da semana. Mas para tanto, o local – TERREIRO – deve ter sua proteção muito bem preparada e firmada com campos de irradiações específicos e bem ativados, e ainda deve contar com pontos peculiares de descargas energéticas para que nada fique acumulado no ambiente, nos médiuns e nos familiares.


Com esse contexto, dessa forma e nessa proporção, não vale achismo e muito menos google. Redes sociais também não ajudam e livros pouco fundamentam toda a importância e real dever.


Porém existem pessoas trabalhando espiritualmente em suas casas, em seus escritórios terapêuticos, em seus ambientes de trabalho sem ao menos saberem diferenciar um assentamento de uma firmeza. São médiuns não preparados e não capacitados que em pouco tempo transformam aquele ambiente em um centro de ações nocivas no qual o Baixo Astral encontra liberdade e até estimulo para agir, aterrorizando a vida e acabando com os projetos de futuro.


Enfim…


Termino com uma frase criada há tempos por mim em consequência de experiência vivida. Uma frase com importante expressividade e significância para aqueles que pensam além da emoção e da “boa intenção”, penso eu.




Só nos é permitido a evolução quando nos tornamos capacitados e responsáveis pelos nossos atos.



Até daqui a pouco para quem é ‘de daqui a pouco’


Até amanhã para quem é ‘de amanhã’


Até domingo para quem ‘é de domingo’…. Axéééé a todos!!!


[important]Por: Mãe Mônica Caraccio
Fonte: Minha Umbanda[/important]