8 de mar de 2013

O mau-olhado

mau olhado, inveja, energia negativa


O mau-olhado é um acontecimento bastante comum em certas regiões da Europa, cujas criaturas de instintos muito primitivos e vingativos assemelham-se a verdadeiros geradores de maus fluidos!


Em ambos os casos, o fenômeno é o mesmo. "Jettatura" é palavra derivada do latim "jectitare", significando lançar, mas sinonimiza feitiço ou má influência que certas pessoas exercem sobre as outras por meio do olhar. Antigamente era fenômeno muito temido entre o povo grego e italiano.


E conseqüente da projeção do raio vermelho de natureza primária e penetrante, o qual resulta principalmente do acúmulo de fluidos nocivos em torno da região ocular de certas criaturas. É uma condensação mórbida, que se acentua na área da visão perispiritual, produzindo uma carga tão aniquilante ou ofensiva, conforme seja o potencial e o tempo de fluidos enfermiços acumulados.


Sabe-se que os insetos e répteis venenosos se tornam inofensivos, depois de terem despejado a sua carga tóxica sobre alguma vítima, pois a virulência da picada também depende da quantidade do veneno acumulado no momento da ação agressiva. Daí, o fato de nada acontecer a algumas pessoas mordidas por cobras e aranhas venenosas, enquanto outras sucumbem fatalmente sob a picada dos mesmos répteis. Mas o fato explica-se facilmente, pois enquanto as primeiras foram atingidas por diminuta cota de veneno dos répteis, as segundas tiveram a infelicidade de sofrer o impacto de uma carga tóxica vigorosa.


Isso acontece com as pessoas portadoras de mau-olhado cujo efeito ofensivo também depende da maior ou menor quantidade de fluido nocivo, que elas retêm no olhar no momento da descarga maléfica. O mau-olhado parece coisa lendária, supersticiosa e crendice, porque o seu poder ofensivo, capaz de liquidar plantas, flores, aves ou animais de pequeno porte, só é positivo quando na sua projeção coincide de extravasar a máxima carga do fluido pernicioso.


Considerando-se que uma ninhada de pintos, uma planta de bela florescência ou um pássaro delicado podem extinguir-se tanto por efeito do mau-olhado, como consequente de acontecimentos comuns, então é muito difícil saber-se quando é realmente o mau-olhado!


Sem dúvida, as pessoas cépticas e de mentalidade científica são capazes de alinhar diversas conjeturas para justificar o acontecimento desairoso e inesperado do mau-olhado. A planta tão florescente pode extinguir-se por falta de adubo adequado ou pela ofensiva de insetos venenosos; o pássaro teria sido vítima de uma enfermidade desconhecida e os pintainhos, frágeis e desamparados, morrem tão facilmente.


Também pode surgir de modo acidental, em certas pessoas fortemente invejosas ou enciumadas, que se encolerizam com facilidade. Elas geram uma carga fluídica perniciosa, que por lei de equilíbrio vibratório precisa ser descarregada, sobre algo que atraia a atenção ou desperte uma impressão violenta. Ademais, em face do primarismo espiritual da humanidade terrícola, é muito comum o intercâmbio de petardos fluídicos lançados dos olhos e gerados pelo ódio, ciúme, inveja ou vingança! O homem é uma poderosa usina viva e criadora quando sintoniza-se à frequência angélica; mas destrói e infelicita, quando nivela-se às faixas diabólicas da vida inferior!


A mente humana é uma estação emissora! Na pessoa estigmatizada pelo mau-olhado, a substância mental excita-se facilmente, quando sob a força de algum desejo veemente, emoção violenta ou sentimento incontrolável. Os fluidos constritivos, em circuito magnético, descarregam-se sobre os objetos, vegetais, aves, animais ou seres humanos!


Sob o impulso detonador da mente, essa descarga fluídica ou jato maléfico atinge o campo etereomagnético dos objetos ou seres, e ali adere, penetrando, pouco a pouco, na sua constituição física. Sabe-se que certas crianças alvoroçam os vermes intestinais e adoecem quando são frustradas por algum desejo veemente de guloseimas, brinquedos ou mesmo caprichos excêntricos.


Isso prova que um capricho ou desejo ardente nutrido por forte emoção também pode produzir e lançar impactos fluídicos daninhos sobre a própria criatura, a ponto de desarmonizar-lhe o equilíbrio vital das coletividades microbianas responsáveis pela organização carnal.


É óbvio que uma carga fluídica violenta lançada sobre outros seres delicados, como aves, pássaros, animais de pequeno porte ou crianças tenras, ainda pode causar perturbações mais graves, se, além de sua natureza agressiva, ainda conduzir as emanações mentais de ódio, raiva, inveja ou ciúme. Conforme seja a quantidade de fluidos nocivos que se acumulam à altura da região visual das pessoas de mau-olhado, disso também resulta o grau de intoxicação magnética fluídica onde incide. A carga maciça do raio vermelho projetado do mau-olhado, reveste-se do energismo mental, astral e etéreo do seu portador, e na sua descarga afeta o duplo etérico de aves, plantas ou seres, ali incorporando o fluido danoso e produzindo os efeitos letárgicos opressivos, desarmônicos e até destrutivos.


[important]Por: Ramatís - Do livro “Magia de Redenção
Fonte: Missão de Luz[/important]